Braga teve a quarta maior subida dos destinos turísticos nacionais

O concelho de Braga teve, em 2019, a quarta maior subida nacional entre os principais 22 destinos turísticos do país. O número de dormidas encostou à casa das 640 mil, valor que traduz um aumento de mais de 56 mil dormidas face a 2018. A cidade, que é o terceiro destino turístico do Norte, consolidou a décima posição na procura turísticas nacionais.

O concelho de Braga resgistou 639 mil e 67 dormidas entre os dias 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2019. Foram mais de 56 mil 653 dormidas que as 582 mil 414 dormidas registadas em 2018, revelam os dados provisórios publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os números do INE dão conta que aquele valor é o valor mais elevado de sempre ao nível das dormidas em alojamentos turísticos colocou a "terceira cidade do país" entre os destinos turísticos nacionais mais procurados, em 2019. No "ranking" das 22 cidades portuguesas mais procuradas por turistas nacionais e estrangeiros, a "cidades dos Arcebispos" ocupa a décima nona posição, à frente de destinos como Faro, Porto Santo e Matosinhos.

 

À escala da região Norte, Braga aparece como o terceiro destino turístico atrás do Porto e de Vila Nova de Gaia, que resgistaram, em 2019, um crescimento no número de dormidas de 10,87 e de 5,15 por centro, respetivamente.

 

O aumento verificado na capital minhota foi de 9,73 por centro, valor que corresponde à quarta maior subida entre os 22 destinos turísticos mais destacados do país. Além do Porto, também Ourém (mais 10,21 por centro) e Faro (mais 11,11 por centro) viram o número de dormidas descer mais do que em Braga. Lisboa (mais 4,81%), Albufeira (mais 2,51%), Loulé (mais 5,6%), Portimão (mais 1,09%), Cascais (mais 0,8%), Lagos (mais 6,43%), Ponta Delgada (mais 9,03%), Coimbra (mais 1,7%), Évora (mais 0,48%), e Sintra (mais 8,6%) cresceram menos do que Braga.

 

O Funchal, Lagoa, Vila Real de Santo António, Santa Cruz, Tavira e Porto Santo viram o número de dormidas cair entre menos 1,24% e menos 8,28%.

 

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Fonte: diariodominho.pt

Publicado a: 03 de Março de 2020

Por: Diário do Minho

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